Opiniao

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Promessas e… realidades

Este será um tempo muito difícil e exigente. Não se compadece com facilitação, cedência a interesses e temor das decisões difíceis. E o dever de exigência não será apenas dos responsáveis, é também de todos nós, de uma cidadania empenhada e lúcida. A responsabilidade será sempre nossa, pois a nós, cidadãos, pertence o dever democrático irrecusável de escolher!

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Tempo de inquietação e… tempo de lágrimas

Com profunda tristeza, junto a minha voz aos que têm afirmado sem receios que esta tormenta, este tempo de lágrimas, não aconteceu por acaso, nem de sopetão. Era previsível, se a dinâmica prospectiva que é apanágio da Medicina, da Ciência e do Bom Governo tivesse prevalecido sobre a inércia, a ignorância e o conformismo.

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Perplexidades em tempo de esperança

Há várias perplexidades, caro leitor, na resposta nacional à pandemia, em áreas tão importantes para a organização da nossa resposta colectiva, para a nossa recuperação e para a imagem do País. Era o que menos precisávamos neste momento, perplexidades em vez de determinação, improvisação em vez de rigor, teimosia em vez de competência.

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Tempo para ser, tempo para estar

O que faltou acima de todas as dificuldades foi a dimensão nacional, substituída pelo funil ideológico que transformou ministros em gestores dos serviços públicos, como se não existisse a outra metade do País, que também luta, produz e resiste nos sectores social e privado. Para governar, não chega saber estar, é preciso saber ser!

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Do bom e do mau governo

Que pensar, caro leitor, por que caminhos se perderam as laudes civitatis que são penhor do bom governo no fresco de Lorenzetti? No tempo actual, a arrogância, sobranceria e a presunção de impunidade do Poder designa-se por hubris, e não costuma ter bom fim. O que me preocupa foi a incapacidade de em seis anos de Governo socialista não se terem realizado as reformas necessárias que teriam preparado melhor o país para este embate.

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